Sífilis e gravidez: Prevenir é melhor que remediar

Com o objetivo de descrever o perfil epidemiológico dos casos notificados de sífilis em gestante e sífilis congênita em Palmas-TO, Brasil.
Sífilis Congênita é consequência da disseminação do Treponema pallidum pela corrente sanguínea, transmitido pela gestante para o seu bebê.

A infecção pode ocorrer em qualquer fase da gravidez, e o risco é maior para as mulheres com sífilis primária ou secundária. Nos resultados foram identificadas 171 gestantes com sífilis (4,7/1000 nascidos vivos [NV]) e 204 casos de sífilis congênita (5,6/1000 NV); predominaram gestantes pardas (71,3%), com baixa escolaridade (48,0%) e diagnóstico tardio no pré-natal (71,9%); a incidência de sífilis congênita variou de 2,9 a 8,1/1000 NV no período; predominaram, como características maternas, idade de 20-34 anos (73,5%), escolaridade até o Ensino Médio completo (85,3%), realização de pré-natal (81,4%), diagnóstico da sífilis no pré-natal (48,0%) e parceiros de mães que realizaram pré-natal não tratados (83,0%), alcançando quase 80% de nascidos vivos com sífilis congênita.

Conclui-se que é necessário a adoção de novas estratégias para efetividade da assistência pré-natal prestada e consequente redução da incidência da sífilis congênita.

 

FONTE: (com alterações): https://www.medcenter.com

Sífilis e gravidez: Prevenir é melhor que remediar
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